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A homofobia do futuro
Em todo o debate, naturalmente, existem dois lados. E, obviamente, os dois lados precisam ser ouvidos. Por exemplo, o economista Bjorn Lomborg, em entrevista à revista Época, explicou porque é contrário às políticas do Protocolo de Kyoto para deter o aquecimento global. Eu não conhecia, até então, seu ponto de vista e nem concordei com em tudo, mas fiquei muito surpreso com alguns de seus argumentos, porque me parecem bastante relevantes que precisam ser discutidos. Lomborg e seus aliados, mesmo que não contanto com espaço na mídia equivalente ao da turma de Al Gore, é um contra-ponto importante.
A história se repete na discussão sobre o Projeto de Lei 122/2006, onde há flagrante desequilíbrio na discussão – se é que existe uma real discussão.
O P L em questão está sendo propagado como o projeto do combate à homofobia. Mas, o que pouco se fala, é que ele também é conhecido por muitos políticos, juristas, filósofos e religiosos como a “Lei da Mordaça”.
Desde já, me declaro totalmente parte deste grupo, porque o PL fere à Constituição e a princípios da democracia, ao conferir o “super-direito” a um grupo específico de brasileiros, no caso os homossexuais, de se estar acima da crítica.
Aprovada a PL, os gays seriam os únicos seres humanos neste país com direito de colocar na cadeia qualquer pessoa que se manifeste contrário sua opção de conduta (no caso, a sexual) – ainda que da forma mais respeitosa possível – não importando por quais motivos, sejam eles religiosos, filosóficos ou, ate mesmo, científicos.
Em um estado de direito democrático, responde-se críticas com contra-razões. E uma ditadura, responde-se com punição.
O documento é preocupante para a sociedade como um todo porque fere a democracia. E é preocupante para os próprios homossexuais porque, além de não resolver o problema da homofobia, corre-se o risco de assistirmos ao surgimento de um grupo de novos homofóbicos, fomentado por um tipo nascente de intolerância e formado por aqueles que se sentirem lesados em sua liberdade de opinião.
Os verdadeiros homofóbicos, ou seja, aqueles que agridem e até matam pessoas por causa de sua opção sexual, continuarão existindo, não tenham dúvidas! Até porque o que alimenta a violência sabidamente não são as leis, mas a impunidade. Ora, agressão e violências já são crimes e continuarão sendo. Mas pessoas que cometem tais crimes dificilmente o fazem por razões lógicas. É preconceito puro e irracional. Portanto, não são estas as vítimas da PL. A novidade que ela traz, é transformar em criminosos pessoa que tem apenas opiniões contrárias à pratica homosexual, ainda que totalmente contrárias à intolerância contra homossexuais.
Desta forma surgirão os “novos homofóbicos”. Ou seja, do universo de todos aqueles ousarem defender um ponto-de-vista diferente do da “ortodoxia gay” e serão, por isso, punidos.
Já se fala em “ditadura gayzista”, e com certa razão. A prova disso é que, hoje, basta que alguém questione o PL em epígrafe para rotulá-lo como “homofóbico”. Não seria essa uma nova forma de preconceito? E não seria este preconceito um adubo para os novos homofóbicos?
Parecer do Dr. Paulo Fernando Melo da Costa, que participou da audiência sobre o PLC 122/2006, projeto de lei que dá aos homossexuais superdireitos e proíbe toda e qualquer manifestação contra o homossexualismo, inclusive citações da Bíblia:
http://roberto-cavalcanti.blogspot.com/2007/07/parecer-jurdico-do-plc-1222006-lei-anti.html
Indico ainda este artigo (muito bom!):
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www.cadacampus.blogspot.com
Bom demais:
Parecer jurídico do PLC 122/2006 - a lei “anti-homofobia”
Parecer do Dr. Paulo Fernando Melo da Costa, que participou da audiência sobre o PLC 122/2006, projeto de lei que dá aos homossexuais superdireitos e proíbe toda e qualquer manifestação contra o homossexualismo, inclusive citações da Bíblia: http://roberto-cavalcanti.blogspot.com/2007/07/parecer-jurdico-do-plc-1222006-lei-anti.html
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Concurso de crimes
Olavo de Carvalho, filósofo
Um grupo de militantes gayzistas conseguiu tirar do ar o site http://juliosevero.blogspot.com. O método foi despejar sobre o Google uma tempestade de denúncias contra o autor do blog, o escritor Júlio Severo, acusando-o de pregar a violência contra os homossexuais. “Ele quer que sejamos massacrados, que não tenhamos direito de defesa”, esbraveja um dos incitadores do ataque na comunidade Orkut usada como QG da iniciativa: “Ele quer que possamos ser currados sem que nossos agressores paguem por isso”.
A acusação é manifestamente falsa. Qualquer um que leia o blog sem lentes deformantes percebe isso. Severo limita-se a opor ao homossexualismo os argumentos da moral cristã, que não manda currar ninguém. Desafio a militância gayzista a mostrar onde ele teria afirmado que os homossexuais devem poder ser submetidos a tal violência sem direito à proteção das leis. Se ele tivesse feito isso, os enfezadinhos não precisariam reunir-se às centenas e pedir socorro ao Google. Bastaria um deles ir à delegacia mais próxima e acusar o escritor de apologia do crime (artigo 286 do Código Penal): ele pegaria no mínimo três meses de cadeia.
Como sabem que não têm razão para isso, preferiram montar a trama caluniosa cuja má-fé, esta sim, pode ser provada, denunciada na Justiça e punida na forma da lei.
A lei, e não artigos de jornal, deve responder a esses canalhas. Eles podem discordar de Júlio Severo o quanto queiram (eu mesmo discordo com freqüência), mas ele não cometeu crime algum. Eles é que cometeram contra ele os delitos definidos nos artigos 240 e 251 do Código Penal: difamar e escarnecer publicamente de um cidadão por causa da sua fé religiosa. Somaram a isso o delito previsto no artigo 138: falsa imputação de crime. Como para esse fim se reuniram em bando e agiram organizadamente, incorrem também no artigo 288, formação de quadrilha.
A pretexto de defender-se de um crime imaginário, cometeram pelo menos quatro crimes reais, cujas provas o Orkut fornece em abundância.
Júlio Severo, em represália à sua cruzada moralizante, já teve sua vida social e profissional totalmente destruída. É o mais discriminado e perseguido dos brasileiros. Ele não pode, sozinho, enfrentar um gigantesco movimento de massas subsidiado por fundações bilionárias, que, ao fazer-se de vítima acuada por um adversário solitário e pobre, já mostra uma desonestidade monstruosa, cínica, perversa.
As entidades cristãs - todas elas - têm o dever estrito de reunir-se não só para defender Júlio Severo, mas para punir o concurso de crimes que se armou contra ele. Espero que o façam antes que o estelionato jurídico da PL-122 consagre esses crimes como direitos da comunidade gayzista. O raciocínio kafkiano subentendido na acusação ao escritor é que toda tentativa de oposição à proposta “anti-homofóbica” já incorre no crime que ela define. Preparem-se, pois, senhores parlamentares cristãos: votem contra essa geringonça e ela os punirá por isso. Essa lei derrubará, de um só golpe, todo o Estado de direito neste país. Foi calculada para isso, e bem calculada.
Fonte: http://jbonline.terra.com.br/editorias/pais/papel/2007/07/19/pais20070719014.html
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Vídeos sobre a CM2007
Panorama geral: http://www.youtube.com/watch?v=EC0XTdA0Xko
A base da oração do movimento na Coréia: http://www.youtube.com/watch?v=zwuKEIjsCfU
Mensagem de George Verne, Presidente da OM, que falou no CM2007: http://www.youtube.com/watch?v=1W9FClbI9O4&mode=related&search=
Testemunho da Miss Coréia 2006 (e 3º no concurso mundial) e sua performance musical, respectivamente: http://www.youtube.com/watch?v=p4oER4iYzgI&mode=related&search= http://www.youtube.com/watch?v=ePeE6XUlGdI&mode=related&search=
Outros vídeos no Youtube e também pelo site www.cm2007.net
Postado em CM2007
Meu novo blog
Resolvi “ressucitar” um endereço antigo de um blog que eu tinha. Ali, estou colocando as atualizações do “Campus Mission 2007″ o nome é um pouco mais fácil de decorar do que i426: “cristo magnificado”. O servidor do domínio continua um pouco mais complicado: “wordpress”, mas, também, não é tão difícil… Logo, o endereço é:
www.cristomagnificado.wordpress.com
Passem lá, adicionem em seus blogs e, principalmente, deixem um coment
Um abraço a todos!
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Sementes-de-Fogo
Um dos livros que recebi no congresso foi “Firesseds of Spiritual Awaking” (cuja tradução seria, mais ou menos, “Sementes de Fogo de Avivamento Espiritual”).Estou impactado com a mensagem desse livro. Ele mostra como os grandes avivamentos que impactaram a história da igreja pós-reforma, todos começaram em campi universitários – incluindo a própria Reforma.
Uma das histórias que mais me impactaram foi a de Jonh Wesley e o “Clube Santo”. Junto com Charles Wesley e outros dois amigos, eles começaram a reunir mais ou menos 4 noites por semana, no campus, para orar, jejuar e estudar as Escrituras. Outras pessoas foram se achegando ao grupo, chegando a um número de mais ou menos 15. Entre eles estava também George Whitefield. O apelido “Clube Santo” tinha a mesma conotação pejorativa que teria hoje…
Encurtando a história, no Ano Novo de 1739, alguns membros do Clube Santo e outros cerca de 60 crentes estavam reunidos quando, segundo as palavras de Wesley, mais ou menos às 3h da manhã, enquanto oravam, o poder de Deus veio sobre eles de tal forma que muitos gritavam de alegria transbordante e muitos caíram no chão (pelo poder de Deus). Enquanto se recobravam, por um momento, do que estava acontecendo, levantaram-se em uma só voz, dizendo: “Nó Te louvamos, oh Deus; nós reconhecemos que Tu és Senhor”.
À noite Deus deu a eles a segurança de que Ele iria fazer algo além de suas expectativas.Uma semana depois, na idade de 22 anos, Whitefield foi ordenado e logo depois deu seu primeiro sermão em uma cidadezinha chamada Kingswood, na Inglaterra.Haviam 200 pessoas presentes. No dia seguinte, a audiência já era de 5000. No terceiro dia, 20 mil foram até lá para ouvi-lo! Um grande quebrantamento acontecia. O movimento de Deus estava começando e o mundo nunca mais seria o mesmo.
Charles Wesley compôs mais de 8 mil hinos, que comandaram o louvor no planeta pelos dois séculos seguintes.
Wesley iniciou o movimento metodista, que se tornou o pulso evangelístico dos Estados Unidos. Quando morreu, havia cerca de 120 mil membros comprometidos. Ele pregou cerca de 46 mil sermões, viajando 226 mil milhas nas costas de um cavalo. Escreveu 400 livros e panfletos, a maioria durantes suas viagens.
George Whitefield foi o pioneiro das pregações ao ar-livre (antes, era impensável pregar fora da igreja). Ele pregou 18 mil sermões, e estima-se que, no total, tenha pregado o evangelho a cerca de 2 milhões de pessoas!
Eles enfrentaram muitas oposições, mas o avivamento os seguia por onde passavam. Este avivamento é chamado historicamente de “O Grande Avivamento”. E tudo começou em uma pequena reunião de oração e estudo bíblico no campus.
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Eu me pergunto: o que aconteceria se milhares de grupos hoje se reunissem para fazer o mesmo? O que aconteceria se um movimento assim desse início nos 6000 campi ainda não alcançados ao redor do mundo?
Agora entendo que o CM2007 foi a oportunidade dada para o início deste grande avivamento nas universidades ao redor do mundo. Agora entendo porque tanto dinheiro foi investido e tantas orações foram oferecidas por este evento.
Assisti a um vídeo no CM, em que, num programa de auditório da TV sul-coreana, foi perguntado à ganhadora de um jogo, o que ela faria com o dinheiro que recebera por prêmio. Ela respondeu: vou investir no CM2007.Pela importância que vejo neste evento para o mundo, eu quero investir nele!
Eu não sei o que vai acontecer com cada 20 mil pessoas que estiveram participaram do encontro. Sei que cada uma é uma semente em potencial para levar o avivamento aos confins da Terra. Mas sei também que isso tem muito a ver com a decisão de cada um. Eu não sei o que os outros 20 mil irão fazer com o que recebera, mas eu já tomei minha decisão: Eu quero ser uma dessas sementes de avivamento onde eu estiver. E eu quero convidar você, que está lendo este artigo, a ser parte disso também. Deus pode usar a vida de um homem só, mas não creio que Ele deseja fazer isso. Sinceramente, creio que Deus deseja juntar muitos outros para fazerem parte do Avivamento que está por vir – e que já está começando.
Quero desafiar cada estudante a fazer como os integrantes do “Clube Santo”: reúna-se com outros para orar pelo Campus. As coisas podem não acontecer na hora, podem levar anos, mas a oração, em si, já é uma grande obra. Ela prepara o solo para a semente do avivamento e da Palavra de Deus, e prepara nossos corações para sermos resposta de nossas próprias orações.
Você está disposto a ser a resposta?
Postado em CM2007
Um experiência transcultural
Entre a primeira e a segunda conferência, tivemos uma tarde de passeio. Os coreanos nos levaram ao centro da cidade e, depois, a um passeio de barco.
O que mais me chamou atenção foi o mercado de peixes. Isso mesmo! Mas não era um mercado de peixes qualquer. Aliás, mercado de peixes é só no nome, pois alí se vende todo o tipo de bichos marionhos: lulas, carangueijos gigantes, moluscos e crustáceos que eu nunca vi na vida. Mas o mais interessante: eles estão vivos! Isso mesmo: os animais ficam em tanques oxigenados, vivos. O lugar parece um imenso aquário, com a diferença que é gratis e se pode comprar os bichos pra comer. E, é claro, a fragância no ar…
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Postado em CM2007
O que acontece quando um coreano ora? R: O mesmo que acontece quando um brasileiro ora…
São 4:40 da manhã, mas estou acordado desde antes das 3h. Mal tenho conseguido dormir esses dias. Isso é mais um sinal de que o CM2007 foi algo realmente especial, não um evento qualquer. Meu coração está, à essa altura, não inflamado pelo que aconteceu, mas pelo que está por acontecer: movimentos em todos os lugares, até que cada pessoa conheça alguém que relamente segue a Cristo. Eu poderia ainda dizer: “Avivamentos em todos os lugares…” pois me parece que foi para isso mesmo que os coreanos oraram: que o CM fosse mais que um evento, mas o início de um avivamento e o ponto de partida para movimentos em todos os lugares.
Mas de 100mil pessoas foram mobilizadas para orar por nossas vidas enquanto estivemos lá. Isso sem falar daquelas que não foram contabilizadas pelos oraganizadores. Tenho recebido e-mails de pessoas que foram movidas porDeus de uma formamuito especial (para não dizer sobrenatural) para orarem com intensidade durante o tempo que estivemos lá.
É importante destacar o quanto isso é emblemático, tendo em vista o quão claro ficou para nós que o movimento na Coréia - um dos mais bem-sucedidos no mundo, único com presença em TODOS os campi - foi totalmente baseado e forjado em oração.
E ficou claro também que os coreanos se esforçaram para mostrar para todos nós que o mesmo que aconteceu com eles pode acontecer também em quanquer lugar. Vide um dos vídeos apresentando a história do movimento na Coréia, que parecia mais um vídeo do movimento de oração na Coréia. Porque eles, uma coisa está ão ligada a outra que são praticamente uma só.
E não é difícil entender isso: imagine se levantássemos um movimento no Brasil com milhares de estudantes orando. Ainda que mais nada fosse feito além disso, eu tenho certeza de que esse movimento iria sacudir o Brasil, pois veríamos a ação de Deus, e não do homem.
O que me chamou atenção não foi apenas a intensidade das orações, mas também, e talvez preincipalmente, a quantidade. Ou seja, a oração como estilo de vida. Como algo “natural” da vida cristã, a ser praticado a todo o momento, em qualquer lugar, em toda a oportunidade. Como eu bricava: “deu mole, eles estão orando”.
Minha esperança é que tenhamos aprendido a lição, nós, que consideramos uma vida de oração coisa de gente “crente demais”, de “fanáticos”, de”legalistas”. Posso garantir que não encontrei nenhum coreano fanático ou legalista. Pelo contrário, encontrei gente com
um brilho no rosto, um sorriso sincero e gestos de amor que nos conquistou definitivamente.
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Postado em CM2007
A Jornada Continua - e está só começando…

A magnitude de tudo ao nosso redor foi a primeira coisa que nos impressionou, logo na chegada ao local de eventos do CM2007: a impressionante organização dos coreanos, a recepção, a estrutura (ilumionação, som, decoração), o tamanho do auditório e do palco e a quantidade de pessoas. Se bem que, neste dia, nem todos haviam chegado. Aliás, cabe aqui uma explicação: A conferência foi dividida em duas partes. A primeira, específica para líderes coreanos e as delegações internacionais, entre 30 e 1 de junho, contou com “apenas” cerca de 8 mil pessoas. A segunda, a “main conference” (conferência principal), juntou outros cerca de 12 mil estudantes coreanos, para celebrar a Cristo e explorar os 3 temas principais do congresso: Cristo Magnificado, Movimentos Conectados e Completando a Missão.
Na abertura da primeira conferência, fomos brindados com apresentações de músicas e danças típicas da Coréia, seguidas por um louvor “arrebatador”. Imagine, pessoas vindas de mais 120 países, todas juntas, em adoração ao nosso único Senhor e Salvador Jesus Cristo! Foi como um pedacinho do céu. O louvor fluía como pouco se vê em eventos de grande porte. Como diria depois o Renan - nosso “David Quinlan” do projeto Juíz de Fora - o louvor estava “leve”. Eu senti o mesmo. Parecia que haviam “asas”no pés de todos nós durante a celebração e, quando era tempo de quebrantamento, bastava um simples interlúdio ao violino para que um murmúrio crescente se ouvisse em todo o ambiente, salpicado com sons de choro e soluços. O ambiente era de oração e muita comunhão, e esse ambiente acompanhou o restante da conferência, até o fim. A palavra foi do diretor da Cruzada para a Ásia Oriental Reverendo Insoo Jeong.
De volta ao quarto do hotel, conversando com o Renan, concordamos que só pela aquela primeira noite já valeu apena ter ido à Coréia. Mas a Campus Mission 2007 estava apenas começando.
Postado em CM2007